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Debate entre especialistas sobre as novidades de FPI apresentadas no Congresso Americano

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Neste webmeeting você se atualizará sobre o conteúdo relacionado a fibrose pulmonar idiopática apresentado durante o Congresso Americano de 2017.

 

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Dr. Adalberto Rubin: Professor de Pneumologia da UFCSPA
Chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre e professor de Pneumologia da UFCSPA

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Dr. Bruno Guedes Baldi
Médico assistente da divisão de Pneumologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
​Doutor em Pneumologia pela Faculdade de Medicina da USP

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Dr. Rogério Rufino
Professor Titular de Pneumologia e Tisiologia da Faculdade de Ciências Médicas / Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Jovem Cientista do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ
Coordenador da Pós-Graduação em Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Chefe do Departamento de Doenças do Tórax da Faculdade de Ciências Médicas

Profissionais de Saúde

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AGENDA DEBATE ENTRE ESPECIALISTAS SOBRE AS NOVIDADES DE FPI APRESENTADAS NO CONGRESSO AMERICANO.
TÓPICO  
Efeito de Esbriet em pacientes com FPI com baixa CVF e/ou baixa DLCO Dr Rogerio Rufino
Uma nova definição de sobrevida livre de progressão em FPI Dr Rogerio Rufino
Antifibroticos - Adesão e continuidade ao tratamento no mundo real Dr Bruno Guedes Baldi
Diferenças nos pontos de vista do paciente e do médico sobre o manejo da FPI Dr Bruno Guedes Baldi
Perguntas e Respostas  

 

 

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Material exclusivo para profissioanis habilitados a prescrever e dispensar medicamentos

 

Esbriet® (pirfenidona) Apresentação: Cápsulas gelatinosas duras de 267mg, em frasco com 270 cápsulas. USO ADULTO. Composição: Princípio ativo: 267mg de pirfenidona. Excipientes: croscarmelose sódica, celulose microcristalina, povidona, estearato de magnésio, água purificada. Cápsula: dióxido de titânio, gelatina. Indicações: Tratamento de fibrose pulmonar idiopática (FPI). Contraindicações: Hipersensibilidade à substância ativa ou qualquer um dos componentes; histórico de angioedema devido ao uso de pirfenidona; insuficiência hepática grave ou doença hepática terminal; insuficiência renal grave (CrCl < 30mL/min) ou doença renal terminal com necessidade de diálise; uso concomitante de fluvoxamina. Precauções e advertências: Elevações de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) > 3 x o limite superior da normalidade foram reportadas, raramente associadas com elevações concomitantes da bilirrubina. É necessário realizar provas de função hepática antes do início e durante o tratamento. Esbrietâ deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Pode ser necessário ajuste de dose ou interrupção do tratamento. A segurança, eficácia e farmacocinética de Esbrietâ não foram estudadas em pacientes com insuficiência hepática grave ou doença hepática terminal, portanto Esbrietâ não deve ser administrado nesses pacientes. A exposição direta à luz solar (incluindo bronzeamento artificial) deve ser evitada ou reduzida durante o tratamento. Os pacientes devem ser orientados a usar bloqueador solar eficaz diariamente, além de roupas que protejam contra a exposição solar, e a evitar outros medicamentos que reconhecidamente provoquem fotossensibilidade, e pode ser necessário ajuste de dose ou interrupção temporária do tratamento. Há relatos de angioedema (alguns sérios), tais como inchaço da face, lábios e/ou língua, que podem ser associados com dificuldade em respirar ou respiração ofegante. Os pacientes que desenvolvam sinais ou sintomas de angioedema devem interromper imediatamente o tratamento. Tonturas e fadiga têm sido relatadas em pacientes tomando Esbrietâ, portanto, os pacientes devem saber como eles reagem a este medicamento antes de se envolver em atividades que exijam prontidão ou coordenação mental. Em estudos clínicos, a maioria dos pacientes que apresentaram tontura tinham um único evento, e a maioria dos eventos resolvidos, com uma duração média de 22 dias. Se a tontura não melhorar ou se agravar, pode ser necessário um ajuste da dose ou até mesmo a interrupção do tratamento. A perda de peso tem sido relatada em pacientes tratados com Esbrietâ. O peso do paciente deve ser monitorado, e, se necessário, o consumo de calorias deve ser incentivado pelo médico. Nos estudos clínicos, a incidência de eventos gastrointestinais, tais como náuseas, diarreia, dispepsia, vômitos, doença do refluxo gastresofágico e dor abdominal, foi mais elevada no início do tratamento (maior incidência durante os primeiros 3 meses) e diminuiu ao longo do tempo. Pode ser necessário ajuste de dose. Esbrietâ deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal leve a moderada. A segurança, eficácia e farmacocinética de Esbrietâ não foram estudadas em pacientes com insuficiência renal grave (CrCl < 30 mL/min) ou doença renal terminal com necessidade de diálise. Assim, Esbrietâ não deve ser usado nesses pacientes. Categoria de risco na gravidez: C. Não se sabe se a pirfenidona ou seus metabólitos são excretados no leite humano. A segurança e eficácia de Esbrietâ não foram estabelecidas em pacientes pediátricos. Interações: A fluvoxamina deve ser descontinuada antes do início da terapia com Esbrietâ e evitada durante o tratamento, devido à depuração reduzida da pirfenidona. Inibidores potentes e seletivos de CYP1A2 têm o potencial para aumentar a exposição à pirfenidona em aproximadamente 2 a 4 vezes. Pode ser necessário ajuste de dose ou interrupção do Esbriet®. A coadministração de Esbrietâ e ciprofloxacino 750 mg aumentou a exposição à pirfenidona em 81%. Pode ser necessário ajuste de dose. Esbrietâ também deve ser utilizado com cautela em pacientes tratados com outros inibidores moderados de CYP1A2. Agentes ou combinações de agentes que sejam inibidores moderados ou potentes de CYP1A2 e também uma ou mais das outras isoenzimas CYP envolvidas no metabolismo da pirfenidona (CYP2C9, 2C19, 2D6 e 2E1) devem ser evitados durante o tratamento com Esbrietâ. O tabagismo tem o potencial para induzir a produção de enzimas hepáticas, portanto aumenta a depuração e reduz a exposição ao Esbrietâ.  O uso concomitante de indutores potentes de CYP1A2, incluindo o fumo, deve ser evitado durante a terapia com Esbrietâ. O uso concomitante com indutores moderados de CYP1A2 (p.ex., omeprazol) pode resultar em redução dos níveis plasmáticos de pirfenidona. A coadministração de medicamentos que atuem como indutores potenciais tanto de CYP1A2 quanto de outras isoenzimas CYP envolvidas no metabolismo da pirfenidona (p.ex., rifampicina) pode resultar em redução significativa dos níveis plasmáticos de pirfenidona. Reações adversas: Muito comuns: anorexia, redução de peso, cefaleia, dispepsia, náuseas, diarreia, vômitos, doença do refluxo gastroesofágico, constipação, , erupção cutânea, fadiga, insônia, tontura, infecções do trato respiratório superior, tosse, dispneia, artralgia. Comuns: infeção do trato urinário, redução do peso, redução do apetite, sonolência, disgeusia, letargia, fogacho, tosse produtiva, distensão abdominal, desconforto abdominal, dor abdominal, dor abdominal superior, desconforto estomacal, gastrite, flatulência, ALT aumentada, AST aumentada, gama glutamil transferase (GGT) aumentada, reação de fotossensibilidade, prurido, eritema, pela seca, erupção cutânea eritematosa, rash macular, rash com prurido, mialgia, astenia, dor no peito não-cardíaca, queimadura de sol. Pós-Comercialização: agranulocitose, angioedema, bilirrubina aumentada em combinação com aumentos de ALT e AST. Posologia: Dias 1 a 7: uma cápsula, três vezes por dia (801 mg/dia). Dias 8 a 14: duas cápsulas, três vezes por dia (1602 mg/dia). Dias 15 em diante: três cápsulas, três vezes por dia (2403 mg/dia). Via de administração: Via oral. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. . Registro MS-1.0100.0063. Informações adicionais disponíveis à classe médica mediante solicitação a Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. – Av. Engenheiro Bilings, 1729 Jaguaré – CEP 05321-900 – São Paulo – SP – Brasil. CDS 7.0 – 26/julho/2016

 

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